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Ciclovia do Dão - o percurso completo em bicicleta

por antonio-jose-leitao-canotilho, em 21.01.20

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Ao percorrer os 48 Km da ciclovia do Dão em bicicleta vive-se o antigo trajeto da linha do comboio de Viseu a Santa Comba Dão.
Á memória afluem constantemente os nostálgicos sentimentos memorizados no subconsciente, a quem coabitou com o comboio neste percurso há poucas décadas atrás.
Desde simples objetos sinaléticos até postes de telégrafo, ainda patentes a cada quilómetro, reinterpretamos continuamente a multiplicidade de vestígios com a redescoberta, quando os mesmos ocupavam uma função vital no funcionamento da linha férrea.


Um passeio num mundo à parte, selvagem, contornado por bosques e montanhas, onde o nosso olhar flutua quilómetro a quilómetro, e o pensamento constantemente interage com o presente e pretérito, o próximo e o longínquo, o real e o imaginário, a compreensão diferenciada na procura de diferentes sensações ideias e perceções, para além da realidade. O longo passeio que, relaxadamente se percorre num dia, cria e interage com a na nossa estrutura mental, resultando a consequente imaginação individual a estabelecer uma relação de semelhança entre realidade e criatividade, o presente e passado comparativo e subentendido.

Um passeio onde nos afastamos por umas horas de compromissos e responsabilidades, em que esta irrealidade, é uma faceta da realidade da vida. Um encontro com o diferente e as circunstâncias adequadas à imaginação. 

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Assim, o relaxante passeio neste epopeico percurso do Séc. XIX, XX, representa para cada indivíduo no seu espírito, o cenário da sua imaginação, cultura, vivências anteriores, e para o intelectual de hoje, a libertação à pressão da sociedade contemporânea e a necessidade da pesquisa dos seus valores de referência e identidade.

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publicado às 20:39


O mundo rural e a cidade

por antonio-jose-leitao-canotilho, em 20.01.20

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Muitas das pessoas citadinas exercem diariamente o trabalho profissional em ambientes fechados, secretária pela frente, bem climatizados, ar condicionado a aquecer ou a arrefecer os espaços. Há trabalhadores muito perto uns dos outros, assistidos por computadores, e para lá das janelas, visualização das avenidas e prédios envolventes. Mesmo com as janelas  herméticas sente-se o odor da poluição.
E, para se chegar ao emprego, muitos vão passar horas no trânsito caótico .

Se a população stressadas da cidade adivinhasse o que é a gente do campo… tão pura, com a fisionomia da face bronzeada pelo Sol e mãos com o cheirinho a terra fresca…

IMG_20200112_144530.jpgPresentemente há muitos citadinos, através do turismo, a procurar o ambiente campestre para férias ou fim de semana em hotéis rurais, onde encontram também rebanhos de ovelhas, cavalos ou vacas. Quase sempre se encantam com este habitat dos mamíferos. 
Mas por vezes não se apercebem que tanta natureza verdejante, colonizada por aqueles animalzinhos, é fruto de muito trabalho, suor e dores de cabeça por aqueles que, briosamente procuram manter os espaços agrícolas atrativos e sustentáveis.

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E é neste habitat, bem pertinho do meu local de trabalho, que encontro as pessoas que, pouco sabendo do mundo da tecnologia dos computadores, (hoje ferramenta base dos escritórios contemporâneos), não tendo mestrados ou cursos superiores, são verdadeiros peritos deste “grandioso mundo rural”.
Aqui encontramos pessoas de 80 e 90 anos de idade a habitar “neste mundo”, tantas vezes em aldeias isoladas, carentes de comércio, sujeitos à visita do padeiro ou merceeiro ambulante que só aparece um a dois dias por semana.

Conheço algumas das aldeias deste interior beirão, as suas gentes vivem e são felizes, graças ao espírito de afeição e companheirismo que existe na coletividade. 
É nos percursos que realizo ao fim de semana, que observo um infinito de terrenos e paisagens verdejantes, aqueles que os citadinos registam os cenários, e os exibem no ambiente de trabalho do Windows, ou então no mural do facebook.

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Amigos do ambiente rural, conheço tantos, alguns são os meus melhores amigos, que trabalham diariamente em temperaturas extremas ou então expostos às chuvas. Coitados, bem tiveram de se adaptar à natureza agreste. Porém também coabitam com outros fatores ambientais consequentes às intempéries das diferentes estações do ano: terrenos encharcado de água, o gelo no inverno, temperaturas a ultrapassar os 45 graus no verão, insetos, riscos de acidentes com máquinas agrícolas, enfim… vidas cruéis e de muitos sacrifícios. 

Na civilidade urbana, geralmente o trabalho é de 8 horas diárias, e mais tempo laboral dará direito a horas extraordinárias ou folgas. 
Aqui no interior rural muitos não sabem o que são férias ou fins de semana, e com um pouco de sorte têm a folga do Domingo. Mesmo assim têm compromissos inadiáveis e imprescindíveis seja regar as plantações ou tratar dos animais. Mas voltando às suas férias... Como? Só esporadicamente, porque os compromissos das tarefas rurais e alimentação dos animais não o permitem.

IMG_2224.JPGRecentemente.vivi e senti “in loco” a rotina dum dia de trabalho com os tais meus amigos trabalhadores rurais e que também participei: a apanha da azeitona. E tal aconteceu num Sábado e Domingo de Janeiro:

Antes do nascer do Sol já todos estávamos levantados, porque tínhamos de nos encontrar às 7.30 da manhã na cidade da Mêda para então delinearmos os trabalhos numa propriedade agrícola mais à frente, e ás 8.00 em ponto.

Começar ás 8.00 na aldeia de Cancelos de Baixo ou na já propriedade agrícola e beber um cafezinho quentinho com um pão fresco, como e aonde? Na propriedade agrícola com Oliveiras a perder de vista, caminho de acesso em terra batida… café ou pasteis… só em miragem. 

O Sol estava a nascer, nevoeiro gelado, terreno e oliveiras encaramelados com as temperaturas negativas. Mas todos iniciamos assim o trabalho com um frio extremo, muito motivados. Sentíamos na pele com esta aragem matinal, e mais à tarde com o Sol uma estranha sensação de queimadura na face.

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Atentamente observava todos no trabalho, muitos de idades novas já tinham a pele enrugada. É que não usam os cremes ou protetores solares, mas também estão mais imunes a lesões graves cutâneas. Sei que não se engripam facilmente, pois o contato rotineiro com as adversidade do tempo, estimula-lhes o aparelho imunitário criando defesas naturais. 

Nas conversa partilhadas em companheirismo não se cismava ou falava em doenças, pois que... não havia tempo para tais discussões, e todos, mais estavam interessados em conversas salutares ou comentários picantes.

Após estes dois dias que tive com interação com estes amigos rurais, entrei em reflexão.
Que abismo entre a vida no mundo rural e no urbano.

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Senti que no mundo citadino apenas se visualiza o fulgor do mundo rural, e neste, a vida é muito dura, bem patente nos rostos de todos com quem convivi.
Será que estes habitats sociais diferentes se complementam?

Tendo acompanhado in loco só dois dias de trabalho, começando ao nascer do Sol e terminando já à noitinha, e esperarem diariamente  que surja a nova manhã para se iniciar novo dia, dói..  mas dói mesmo.
Pelo menos não observamos multidões atarefadas e intelectuais stressadas com o moderno mundo da competitividade e informática.
Não se vai ás grandes superfícies, comprar o fruto da natureza, come-se o que semeia e planta. Por vezes troca-se o azeite por fruta, a cebola por laranja.
Quando há excessos dá-se.
E volto a estes amigos com quem partilhei estes dois dias de trabalho:
todos têm a sua horta e sente-se que se entreajudam nas labutas particulares.
Interessante, partilha-se algo muito nobre e confortante, a sabedoria, a amizade e a solidariedade.
Todos ligados… que ambientes tão acolhedores e humanizados.
Mas… o mundo dos intelectuais, é diferente, uma autêntica selva predadora humana. 

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Que agradável ao me aproximar dalguns que, perante o esforço da vareja e a puxar os toldes, diziam aquelas anedotas ou asneiras mais picante, sem olhar a quem as circundava. O nosso tratorista, por vezes assustava-nos com o receio que se virasse a qualquer momento perante as irregularidades do terreno.
São os tais perigo que coexistem no mundo rural. E, a todo o tempo, todos sentíamos uma verdadeira euforia, pois constantemente surgiam momentos para este ou aquele ser mais atrevido com uma história.

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Sente-se que nos últimos anos a modernidade com a revolução tecnológica da informática está já bem presente nas aldeias. Porém os costume e tradições enraizados tendem em persistir. O ambiente urbano sofreu o fenômeno multicultural das grandes metrópoles perdendo muitas características endógenas.

Conclui-se  que o mundo urbano não pode sobreviver sem o universo rural, cuja realidade só está ao alcance de quem lá vive.  É este que alimenta as cidades, o país e exporta. É um mundo tão agradável e feliz, pois ainda vive na simplicidade e cooperação entre muitos conterrâneos.
Vida pura, não competitiva e tão vívida e saudável.

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publicado às 19:42


A apanha da azeitona em Cancelos de Baixo, Mêda

por antonio-jose-leitao-canotilho, em 12.01.20

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Cancelos de Baixo, 12-01-2020

A apanha da azeitona, marca um momento ímpar na nossa Beira Alta, é o final das colheiras.
Vamos subir então à Quinta da Raposa, localizada em Cancelos de Baixo, Meda.
Aproximando-nos, visualizamos então uma imensidão de Oliveiras a ter como palco profundo, à frente, o Castelo de Numão.
Estamos em Janeiro, um mês que se celebra o ritual da “apanha da azeitona”

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Por todo o perímetro da quinta sente-se que já fervilha o arranque da colheita, impressionando no ar algum aroma da azeitona que caiu há 2 semanas, consequente à “Tempestade Fabien”. A azeitona que está a ser colhida, depois de apanhada e esmagada ir-se-há transformar num dos melhores azeites do mundo, o “azeite do Douro”.
E foi aqui na “apanha da azeitona” que, pessoas muito agradáveis do Concelho da Meda e Trancoso, viveram um ambiente ímpar de companheirismo, propício a momentos salutares e convidativos a encontrar e reafirmar amizades.

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A Quinta da Raposa, altiva sobre Cancelos de Baixo, oferece uma paisagem monumental sobre o vale que separa Ranhados do Poço do Canto e Castelo de Numão.
Envolvente por vinhas, olivais e amendoais, os miradouros naturais que circundam a propriedade contagiam com uma sensação de paraíso na paisagem, visível a dezenas de quilómetros.

Mas dia 11 e 12 de Janeiro todos, mesmo eu a supervisionar a labuta, tivemos de apanhar as azeitonas.
Começamos cedinho o trabalho, ainda quase antes do Nascer do Sol.
A Mercedes, a Arminda, a Susana, a Ana Cristina, a Antónia e a Helena Pinto estendiam os oleados debaixo das Oliveiras. Varapaus na mão e começava o Sr. Carvalho, a Eduarda Costa o José Rita e eu a um ritmo compassado batendo nas Oliveiras. O Joel Ramos e o Carlos Abrunhosa utilizaram o varejador mecânico para apressar a queda da azeitona.
Aquilo que podia parecer uma tarefa difícil, tornou-se numa festa. As árvores abanavam ao ritmo de cada um, dançando uma melodia que alternava entre a valsa e o pop. E as azeitonas caiam em cima da lona. Pareciam gotas de chuva em forma de azeite a cair no chão. Sentia-se um barulho, como que, duma chuva de granizo por cima duma chapa de zinco.

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E as anedotas, conversas mais atrevidas e ousadas acompanhavam o ritmo da vareja. Ainda por cima dos toldes escolhiam-se as azeitonas das folhas que com elas caíam. Era então tempo de colocar essas azeitonas no empilhador do trator do Sr. Alfredo, para então as depositar no reboque, que irão ser levadas brevemente à Azenha do Sr Pedro em Cogula.
Tanta Oliveira para varejar, e todos a pensar: é que só depois de todas terem dançado e ser despojado o seu fruto é que termina o trabalho. Este ano cada oliveira só deu para meia saca.
Só falta agora a azeitona ir ao lagar, passar pelos tornes e se transformar então no azeite.
Quanto gostamos das azeitonas, bem-haja à sua existência, pois todo este processo de transformação alegra tanto a todos que intervêm no fabrico do azeite, e àqueles.que repartem esta opinião.

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publicado às 18:08


O mundo contemporâneo

por antonio-jose-leitao-canotilho, em 07.01.20

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A OMS define saúde como o bem estar biopsicosocial.
Para que haja boa saúde, necessitamos do bom equilíbrio fisiológico, dum confortável bem estar emocional, e tantas vezes a crença ou o transcendente que nos acompanham.

Observo pela minha atividade profissional, e na rotina diária, frequentes sentimentos de desassossego, tristeza, insegurança ou revoltas internas.
Certo é que a generalidade do ser humano coabita diariamente com estas emoções, sendo consideradas normais de acordo com a genética humana.
Porém quando todos estes sentimentos se tornam intensos demais, surge a ansiedade, a tristeza, transformando-se em depressão a ponto de interferir no relacionamento humano, com insegurança e medo, surgindo a fobia e doença obsessiva.
A reflexão que faço é a sensação que o mundo contemporâneo civilizado conspira contra o seu equilíbrio emocional.

E a questão é esta: como contrariar e enfrentar este problema grave da sociedade que tantas vezes evolui para a depressão grave, traumas psicológicos complexos ou até mesmo o suicídio?
Preocupante, pois a saúde emocional é um tema que não tem sido valorizado, muito mal compreendido, e com impacto tão essencial e complexo no bem estar do ser humano.
Atualmente já se está a transformar num tema preocupante e de debate entre todos, pois é um reflexo da sociedade moderna.
E bem o sentimos, a haver tantos seres humanos com este padecimento.
A resolver os muitíssimos problemas complexos que apoquentam a humanidade, através duma abordagem urgente, há que analisar os diferentes fatores favorecedores etiológicos, para se então intervir na estabilidade emocional, pois que no ponto de vista biológico é algo de muito delicado, visto tudo derivar no final de contas duma sofisticada interação biopsicossocial a exigir ao ser humano equilíbrio e meneio entre esperanças, revoltas, traumas psicológicos, fragilidades, desafios, pensamentos, vitórias ou derrotas, personalidade, afetividade, autoestima, espiritualidade, o amor.
Conclui-se que, mais do que a biologia humana, temos é de nos centralizar na realidade da vida, não nos referenciarmos só pelos neurotransmissores, mandatário da Psiquiatria contemporânea, e pensarmos também no extramundano, mas socorremo-nos do sentimento mais sublime e neutralizante que existe: o AMOR

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publicado às 21:48


O mundo que temos

por antonio-jose-leitao-canotilho, em 06.01.20

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Muitas das matrizes ideológicas da Sociedade do nosso Mundo estão tão confusas e por vezes caóticas.

O pensamento lógico das ideias subverte-se numa sorte de estranho confronto entre o que não deve ser por qualquer conceito que seja, entre o que pode ser e não deve ser, e entre o que deve ser e nunca será. 
Deixamos de ser criativos.
Andamos muitos atarefados, queremos tudo muito rápido e em cima da hora, e “é bom” que sejam outros a pensar pelos “que trabalham muito e vivem stressados”. 
As fontes noticiosas da TV e programas de lazer, enchem-nos as casas com um vazio de programas de televisão absurdos, música doente e descaracterizada, por vezes com textos que incitam a uma degradação intelectual, e a convidar por vezes à agressão, ou observando então o mais profundo dos analfabetismos.
Na informática jogos alienantes, viciantes e nada pedagógicos.
Falsas aparências que culminam na ridicularização do indivíduo que se deveria identificar pela sua realidade e tantas vezes que vende a sua vida em fotos.
Perda da capacidade em raciocinar, nasce a sociedade imune ao absurdo. 
Políticos vergonhosos e criminosos mantidos por uma democracia fictícia.
Verdadeiros palhaços a governar os países mais poderosos do mundo, destruindo-os ao mesmo tempo e a transformarem o património de pensamentos, batalha que não querem travar, perdida para todos e para sempre. 
Tanta gente corrompida sem qualquer vergonha na face.
Idiotas admirados pela sociedade da massificação, a vangloriar-se com automóveis de luxo e grandiosos sinais de riqueza.
Escrevo este artigo, e lá ao fundo, observo a minha televisão a contar histórias deste mundo governado pela irracionalidade...

 

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publicado às 21:31


Viver

por antonio-jose-leitao-canotilho, em 05.01.20

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Cada ser humano é diferente, e qualquer um faz a sua história de vida e missão no mundo.

Temos a nossa personalidade, lutamos pela felicidade que surge por momentos ao longo dos dias. Porém coabitamos também com maus momentos, que nos causam mal-estar, mas que são também importantes, pois determinam a luta que deveremos ter no dia a dia.
E são os momentos mais hostis que exigem uma introspeção da nossa parte a agir da forma mais equilibrada perante as adversidades que surgem
Porém a sabedoria da vida ensina-nos que, certezas não existem, mas há que discutir os problemas. E a verdade é esta “só sei que nada sei”, a noção da vida que temos é efetivamente sentirmos tal sinopsia, pois assim vamos encontrar certa segurança nas nossas decisões e determinações.
Porém a sociedade, perante qualquer postura que se tome está muito sentenciosa e intolerante. É pena, pois assim torna-se num autêntico terreno estéril, verdadeira síncrise à civilidade.
E a sociedade das massas tão determinada sobre “qualquer ausência de certeza, e mesmo sobre o nada”, incute o desperecimento do indivíduo na sua forma pensar, estar e atuar.
As determinações da nossa personalidade e escolhas, usando a sabedoria e racionalidade são sempre vetores que no apaziguam, transportando-nos a um bem-estar perante as adversidades do mundo.
A minha profissão é privilegiada, pois dou e recebo carinho de tantos, sobretudos dos mais velhinhos, aprendo tanto com eles e ajudo-os na saúde. Provavelmente um privilegiado por me encontrar nesta missão que escolhi.
Temos de “viver a sonhar” e “o sonho comanda a vida” e tem sido este o pensamento que determina um bem estar logo de manhã, pois que, o sonho tantas vezes está perto de nós, e mesmo tantas vezes existe connosco.
O “sonho comanda a vida”, é sem dúvida a base da nossa estabilidade com muitos pedacinhos de esperança.
O sonho é livre. Nos momentos de lazer sonho muito, e quero-o manter, pois “o sonho” e também “o amor”, enfortecem-nos a alma e não nos deixam injustiçados duma vida que por vezes  não nos é favorável.
Se somos amados, “o amor” faz-nos olhar para quem somos, sem ambição, mas com sabor a paixão.

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publicado às 21:46


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