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O mundo que temos

por antonio-jose-leitao-canotilho, em 06.01.20

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Muitas das matrizes ideológicas da Sociedade do nosso Mundo estão tão confusas e por vezes caóticas.

O pensamento lógico das ideias subverte-se numa sorte de estranho confronto entre o que não deve ser por qualquer conceito que seja, entre o que pode ser e não deve ser, e entre o que deve ser e nunca será. 
Deixamos de ser criativos.
Andamos muitos atarefados, queremos tudo muito rápido e em cima da hora, e “é bom” que sejam outros a pensar pelos “que trabalham muito e vivem stressados”. 
As fontes noticiosas da TV e programas de lazer, enchem-nos as casas com um vazio de programas de televisão absurdos, música doente e descaracterizada, por vezes com textos que incitam a uma degradação intelectual, e a convidar por vezes à agressão, ou observando então o mais profundo dos analfabetismos.
Na informática jogos alienantes, viciantes e nada pedagógicos.
Falsas aparências que culminam na ridicularização do indivíduo que se deveria identificar pela sua realidade e tantas vezes que vende a sua vida em fotos.
Perda da capacidade em raciocinar, nasce a sociedade imune ao absurdo. 
Políticos vergonhosos e criminosos mantidos por uma democracia fictícia.
Verdadeiros palhaços a governar os países mais poderosos do mundo, destruindo-os ao mesmo tempo e a transformarem o património de pensamentos, batalha que não querem travar, perdida para todos e para sempre. 
Tanta gente corrompida sem qualquer vergonha na face.
Idiotas admirados pela sociedade da massificação, a vangloriar-se com automóveis de luxo e grandiosos sinais de riqueza.
Escrevo este artigo, e lá ao fundo, observo a minha televisão a contar histórias deste mundo governado pela irracionalidade...

 

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publicado às 21:31


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