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O mundo contemporâneo

por antonio-jose-leitao-canotilho, em 07.01.20

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A OMS define saúde como o bem estar biopsicosocial.
Para que haja boa saúde, necessitamos do bom equilíbrio fisiológico, dum confortável bem estar emocional, e tantas vezes a crença ou o transcendente que nos acompanham.

Observo pela minha atividade profissional, e na rotina diária, frequentes sentimentos de desassossego, tristeza, insegurança ou revoltas internas.
Certo é que a generalidade do ser humano coabita diariamente com estas emoções, sendo consideradas normais de acordo com a genética humana.
Porém quando todos estes sentimentos se tornam intensos demais, surge a ansiedade, a tristeza, transformando-se em depressão a ponto de interferir no relacionamento humano, com insegurança e medo, surgindo a fobia e doença obsessiva.
A reflexão que faço é a sensação que o mundo contemporâneo civilizado conspira contra o seu equilíbrio emocional.

E a questão é esta: como contrariar e enfrentar este problema grave da sociedade que tantas vezes evolui para a depressão grave, traumas psicológicos complexos ou até mesmo o suicídio?
Preocupante, pois a saúde emocional é um tema que não tem sido valorizado, muito mal compreendido, e com impacto tão essencial e complexo no bem estar do ser humano.
Atualmente já se está a transformar num tema preocupante e de debate entre todos, pois é um reflexo da sociedade moderna.
E bem o sentimos, a haver tantos seres humanos com este padecimento.
A resolver os muitíssimos problemas complexos que apoquentam a humanidade, através duma abordagem urgente, há que analisar os diferentes fatores favorecedores etiológicos, para se então intervir na estabilidade emocional, pois que no ponto de vista biológico é algo de muito delicado, visto tudo derivar no final de contas duma sofisticada interação biopsicossocial a exigir ao ser humano equilíbrio e meneio entre esperanças, revoltas, traumas psicológicos, fragilidades, desafios, pensamentos, vitórias ou derrotas, personalidade, afetividade, autoestima, espiritualidade, o amor.
Conclui-se que, mais do que a biologia humana, temos é de nos centralizar na realidade da vida, não nos referenciarmos só pelos neurotransmissores, mandatário da Psiquiatria contemporânea, e pensarmos também no extramundano, mas socorremo-nos do sentimento mais sublime e neutralizante que existe: o AMOR

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publicado às 21:48


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